Constelações Sistêmicas Individuais

10/01/2016

Usando Figuras tipo Playmobil para fazer Constelações Familiares com clientes individuais.

As constelações de famílias e outros sistemas se tornaram bem conhecidas em um contexto de grupos. Este trabalho e as áreas de soluções psicoterapêuticas  orientadas sistemicamente e fenomenologicamente tem alcançado uma significância fundamental nas áreas psicosociais e tem tido também efeitos em várias abordagens na terapia individual.
Há muitos terapeutas e conselheiros trabalhando em situações nas quais não existe permissão para o trabalho de grupo com constelações. Há também alguns que não se sentem confortáveis ao trabalhar no contexto de um grupo. Além do mais, num nível profundo, muitos desses terapeutas se sentem atraídos para os conceitos subjacentes e ferramentas do trabalho de constelações e estão buscando modos de integrar esta abordagem em seu trabalho com indivíduos, casais e famílias e talvez mesmo em pequenos grupos de supervisão.
O trabalho de constelações com figuras ou objetos oferece um método direto e simples. As figuras, representando membros da família ou pessoas importantes do sistema em particular, são arranjadas numa mesa ou dentro de um espaço definido do local de trabalho […]

As figuras

1. Elas devem ser figuras com as quais  o terapeuta possa trabalhar confortavelmente. Não se preocupe se o s clientes aceitarão as figuras. Se o método e as ferramentas estão certas para o terapeuta, os clientes sempre virão.
2. As figuras deverão ter o mínimo de “personalidade própria” possível, deste modo mantendo-se tão livres de pré-conceitos quanto possível e também reduzindo qualquer distração daquilo que não é essencial. As figuras não são importantes por si mesmas, mas apenas como projeções espaciais dos membros do sistema. Trabalhando  com figuras é mais fácil se elas permitem algumas poucas distinções básicas, como por exemplo, entre homens e mulheres, algum modo de indicar em que direção a figura está olhando e talvez cores, ou alguma marca que permita distinguir uma pessoa da outra. Usando figuras menores para crianças pode ser uma forma de distração À medida que isso sugere uma orientação para uma referência  temporal que se afasta da qualidade “atemporal” do trabalho de constelações.

Jakob Schneider

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